terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gincana na escola


PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRO ALTO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
ESCOLA MUNICIPAL OLAVO BILAC


Professor: Welber Eduardo Vaz 














PROJETO GINCANA NA ESCOLA: ESPAÇO DE CONHECIMENTO E ALEGRIA


















Barro Alto – GO
2016




Introdução

Projeto elaborado na Escola Municipal Olavo Bilac, visando a participação da família na escola e de toda a comunidade escolar. Através dessa gincana tem-se a oportunidade de oferecer um dia de muita alegria e diversão para as crianças da Escola, mostrando que esta é lugar de conhecimento, mas também de alegria. Além disso, o intuito desta ação é valorizar e provar o resultado do trabalho em equipe, pois essa união entre, família, escola e sociedade é o papel fundamental de uma educação de futuro.
Esta gincana terá o acompanhamento e participação da Coordenação e de professores, que objetiva formar cidadãos responsáveis, íntegros e sociáveis na sociedade. A ideia que a Escola leva de projetos como esse é que além de educar, faz também com que ações incentivadoras como essa recupere crianças que tenham algum comportamento negativo no meio em que vive, e o leva a escola para mostrar que a educação em geral é a melhor forma de viver e ter um futuro mais feliz na sociedade.
 Além do desenvolvimento do potencial artístico e esportivo, a Gincana visa também ampliar as possibilidades de interação entre as crianças de várias séries da escola.
Por isso, precisa-se destacar que a Gincana, muito mais do que algumas horas de descontração e alegria, é um dos valiosos instrumentos de que dispõe a Escola Municipal Olavo Bilac para auxiliar os alunos a desenvolver, a autonomia intelectual, ético-moral, emocional-afetiva, como também o trabalho em equipe.

  
Público alvo: Pais, alunos, funcionários, professores e comunidade em geral.

Objetivo Geral

Proporcionar ao público alvo um dia de muita descontração e diversão, com esportes, brincadeiras e jogos educativos, proporcionando a interação da família e funcionários da escola em geral, despertando a importância do trabalho em equipe na formação de sujeitos compromissados e íntegros, enfatizando valores, como: importância da contribuição individual para o grupo, sentido de equipe, solidariedade e compreender o espírito esportivo.

Objetivos específicos

  • Promover a socialização e integração de pais, alunos e funcionários;
  • Ressaltar a importância do trabalho em equipe;
  • Desafiar o espírito de competitividade e criatividade dos estudantes;
  • Respeitar a individualidade de cada um;
  • Ressaltar a importância do bom relacionamento e do respeito às diferenças individuais;
  • Fundamentar os potenciais intelectuais, afetivos, sociais, motores e psicomotores de cada um.
  • Despertar  sentimentos de caridade e solidariedade;


Justificativa

Tendo em vista a ausência da família dentro do ambiente escolar, a falta de interação entre professores, alunos e família, este projeto vem com intuito de ajudar a conscientizar que a participação dos pais, funcionários, professores e comunidade em geral na vida escolar das crianças é um progresso para uma educação de sucesso dentro e fora da escola.
Além disso, o momento lúdico mostra para as crianças e pais que a escola além de ser um lugar de ensinar e aprender, é também lugar de brincar e sorrir. Como Pedroza (2005, p. 75) “Acreditamos que o momento lúdico, como espaço de descontração, na escola, deve ser visto como constituinte do sujeito, o qual, a partir de vivências que experimenta, constrói suas relações interpessoais”. Por isso, percebe-se que a escola, ao oferecer momentos como esse, possibilita novas oportunidades para o desenvolvimento dos alunos e de todo público alvo.


Metodologia

O “projeto gincana na escola: espaço de conhecimento e alegria” será realizado nas dependências da Escola Municipal Olavo Bilac, na primeira semana de outubro que antecede o dia das crianças. Será 1 (um) dia de gincana com data a ser marcada pela equipe organizadora.
Terá como público participante, funcionários, professores, alunos, pais e comunidade, os quais formarão equipes de ambos os sexos e que irão participar e executar diversas provas de variados tipos e habilidades.
Serão confeccionados para a gincana, coletes ou fitas de diferentes cores para a divisão das equipes. A mesma será organizada pelos (as) professores (as) da Educação Infantil de 4 e 5 anos e Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano, com apoio de outros funcionários.

ATIVIDADES

1) Corrida da vassoura
Corre um representante de cada equipe nessa corrida só de ida. O objetivo é equilibrar uma vassoura na palma da mão enquanto correm. Se a vassoura cair antes da linha de chegada, o corredor volta ao início e começa tudo outra vez. Ganha quem cumprir a tarefa corretamente primeiro.

2) Aperto
Jogam duas equipes. Cada equipe deverá ficar em um retângulo riscado no chão. O Objetivo é fazer com que todos permaneçam nesse espaço por 30 segundos. Após esse tempo, a equipe que conseguiu deverá reduzir o espaço da outra, que terá menos espaço para colocar seus componentes. E assim o jogo prossegue até o retângulo ficar tão pequeno a ponto de ser impossível manter as pessoas lá, dando a vitória para a outra equipe.

3) Guerra de papel
Jogam duas equipes em dois campos distintos, separados por um espaço. Cada equipe terá à sua disposição dezenas de bolinhas de papel. Elas começarão a jogar essas bolas de papel no campo adversário, que deverá fazer o mesmo. O Objetivo é tirar as bolinhas de papel do seu campo e jogar no adversário. No fim do tempo, o mestre faz a contagem. A equipe que tiver menos papel em seu campo é a vencedora.

4) Túnel
Jogam duas equipes com número de participantes iguais. Cada equipe formará um túnel, onde os participantes ficam um atrás do outro com as pernas abertas. É uma espécie de corrida. No "Já" do mestre, o último de cada fila deve passar por debaixo do túnel e ir para a frente. Depois, o último faz a mesma coisa. Desse jeito, o túnel de pessoas irá se distanciando para frente cada vez mais. Ganha o túnel que cruzar a linha de chegada primeiro.

5) Corrida de cadeiras
Corrida de trios. Cada trio é composto por duas pessoas que unem os braços e formam uma cadeira e um rei que irá subir na cadeira (união de braços). O objetivo é correr e descer o rei na linha de chegada. O trio que conseguir isso primeiro vence.

6) Estoura-bexiga
Todos participam. Cada jogador terá uma bexiga amarrada em seu tornozelo. O objetivo é estourar a bexiga dos adversários e proteger a sua. Ganha o último que ficar com a bexiga intacta.

7) Pichorra
Uma bexiga é pendurada no alto e os representantes das equipes, depois de vendados e rodados, devem estourá-la com um pau, sendo guiadas pelas respectivas equipes.

8) Boliche cego
Jogam um participante de cada equipe. É um boliche comum, mas os participantes jogam de olhos vendados. O objetivo do jogo é derrubar o último pino, não importando quantos lançamentos foram, uma vez que quando um erra, é a vez do outro. Quem conseguir, vence.

9) Arremesso de bambolê
Tipo arremesso de argolas, mas com bambolê. Uma pessoa será a vítima e ficará a 5 metros dos jogadores. Faz 1 ponto quem conseguir encaixar o bambolê na pessoa primeiro. Ganha quem tiver mais pontos.

10) Encaixe humano
Dinâmica com 4 pessoas sentadas em bancos. Primeiro, cada participante senta nas costas do outro. Depois que todos já estiverem "deitados", retiram-se os bancos. Como sair da situação?

11) Passa ou repassa – torta na cara
Todos brincam. Porém, em cada rodada, um jogador de cada equipe participará. Seria interessante que as perguntas fossem ligadas a um único tema em cada vez que esse jogo for praticado. Será feita uma pergunta (com ou sem alternativas) para um dos participantes. Se ele responder corretamente, dá uma tortada na cara do rival, ou vice-versa, se ele errar. Se ele não souber, ele passa. Se o adversário não souber, ele repassa. Se, mesmo assim, o primeiro não souber, ou errar, o seu rival dará uma tortada na cara dele. Porém, se ele acertar, é ele quem dá a tortada. Vence a equipe que acertar mais perguntas e, claro, receber menos tortadas. 

12) Salto em distância
Jogam dois representantes de cada equipe. Um participante salta e depois o seu adversário. Após isso, a distância aumenta. Se o participante for o primeiro a pular em uma distância e errar, deverá torcer para que o outro também erre, pois assim terá outra chance. Ganha quem conseguir saltar uma distância que o outro não conseguiu.

13) Golfe
Jogam dois representantes de cada equipe. Cada participante terá um taco (qualquer pedaço de madeira comprido) e terá direito a uma tacada por vez. O participante que conseguir colocar a bola no buraco primeiro vence a partida.

14) Cestinha
Jogam duas equipes e dois ajudantes. A brincadeira funciona como um jogo de basquete, mas só há uma cesta, que na verdade são duas pessoas, de braços dados e abertos. Quem fizer uma cesta, escolhe alguém da dupla para substituí-lo na equipe e ele será a nova metade da cesta. A equipe que fizer mais cestas, vence a partida.

15) Par ou impar
Jogam um representante de cada equipe. Os participantes deverão pular sobre um passeio de cerâmica conforme vão ganhando. É assim: os jogadores escolhem par ou impar uma única vez e vão jogando várias vezes. Quem ganhar avança uma casa (uma cerâmica). Quem perder fica onde está. E por aí vai até alguém chegar na última casa.

16) Pegadinha do animal
Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro. Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas. Quando o animal for chamado pelo coordenador, a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe. Obs.: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos vão cair de bunda no chão, causando uma grande risada geral.

17) Numerobol
Jogam duas equipes (cada uma em seu campo). Os participantes ficam sentados paralelamente às linhas laterais da quadra formando uma fileira, divididas em 2 equipes de número de integrantes igual. Cada jogador será numerado, na ordem da fileira, de 1 até 10, por exemplo. O mesmo para a outra equipe. No centro haverá uma bola e ao sinal do monitor, que gritará um número, por exemplo, 7, os dois jogadores (uma de cada equipe) que corresponderem ao número falado, devem sair da fileira e ambas tentarão fazer uma cesta. Vale roubar a bola na marra.

18) Vale tudo
É uma espécie de futebol. E como toda partida de futebol, há dois times e ganha quem faz mais gols. Porém, não há regras. Pode usar a mão, chutar, tomar a bola, derrubar... Há só um gol.

19) Corrida do saco
As crianças devem vestir os sacos e esperar o apito, na linha. Para começar a corrida, as crianças deverão segurar o saco com uma mão para evitar que o saco caia abaixo dos joelhos, e manter o equilíbrio com a outra para poder saltar ou pular. Durante todo o percurso da corrida as crianças devem manter ambas pernas no saco até alcançar a linha de chegada. Ganha quem chega primeiro a linha de chegada.
20) Dança da laranja
Em duplas e sem a ajuda das mãos, os participantes devem dançar enquanto equilibram uma laranja ou uma bexiga entre suas cabeças. A dupla que deixar o objeto cair é eliminada. 
Dica: coloque músicas com ritmos diferentes e troque o ritmo em um curto espaço de tempo. Dê ordens que devem ser cumpridas pelas duplas, como: ‘Dançando com um pé só!’; ‘Dançando e batendo palmas!’

21) Morto - vivo
Um dos participantes é escolhido como líder e ficará à frente do grupo. É ele quem vai dar as instruções que devem ser obedecidas pelos outros jogadores. Quando o líder disser: "Morto!", todos ficarão agachados. Quando o líder disser: "Vivo!", todos darão um pulinho e ficarão de pé. Quem não cumprir as ordens é eliminado, até sobrar um só participante, que será o vencedor.

22) Cabo de guerra
Divida os participantes em duas equipes, procurando equilibrá-las em número e força. Marque o centro da corda com um pedaço de pano ou fita de modo, posicionando-o sobre uma marcação no chão que pode ser feita com uma vareta ou giz.
Com os integrantes enfileirados a, cada equipe deverá puxar uma das pontas da corda. Não se esqueça de deixar um espaço de cerca de 1,5 metro de corda livre no meio. O primeiro time que conseguir puxar pelo menos um dos adversários para frente da linha central será o vencedor.

23) Pula corda
No jogo básico dois participantes seguram cada um uma ponta da corda, batendo-a em círculo e de forma ritmada enquanto o terceiro integrante pula, assim que ela tocar o chão. Para deixar o jogo mais divertido tanto o ritmo das batidas quanto os pulos podem variar. Quanto maior o número de jogadores e mais rápido o ritmo mais difícil fica, ainda mais se os pulos forem coreografados por cantigas como esta:
Um homem bateu em minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, ponham a mão no chão (o jogador pula e rapidamente abaixa e toca o chão)
Senhora e senhores, pulem num pé só (o jogador pula com um só pé)
Senhoras e senhores, deem uma rodadinha (o jogador pula e roda)
E vá pro olho da rua! (o jogador sai debaixo da corda)
Obs: Ganha quem ficar por último sem errar.

REGULAMENTO GERAL

1. Este regulamento é o conjunto de normas e disposições que regem o projeto gincana na escola: espaço de conhecimento e alegria. É obrigada obediência aos que com ele tenham relações.
2. Os jogos e brincadeiras terão início na hora fixada. Portanto, as equipes deverão ser preparadas até 5 minutos antes.
3. As equipes deverão permitir a participação de todos os integrantes, escalados de acordo com o grau de dificuldade das provas.
4. Após a divisão das equipes, fica proibida a mudança dos integrantes, com exceção de incapacidade na execução das atividades.
5. Fica proibido em provas individuais, o palpite ou ajuda de outros participantes.
6. Em caso de desrespeito às regras e/ou aos agentes organizadores, o participante será desclassificado ou expulso do jogo, não podendo mais participar dessa mesma competição.


REFERÊNCIAS

BRASIL. Atividades Recreativas e Tarefas de Gincana – 1. Portal da Família. Disponível em: <http://www.portaldafamilia.org/sclazer/jogos/gincana1.shtml>. Acesso em: 28 Ago. 2016.

BRASIL. 100 Brincadeiras. Delas. Disponível em: <http://delas.ig.com.br/>. Acesso em: 25 Ago. 2016.


PEDROZA, R. L. S. Aprendizagem e subjetividade: uma construção a partir do brincar. Revista do Departamento de Psicologia. UFF, v. 17, n. 2, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?lng=en>. Acesso em: 28 Ago 2016.

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